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	<title>Arquivos Conteúdo Informativo - LUMINA</title>
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	<description>Consultoria e Treinamento em Gest&#227;o</description>
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		<title>GESTÃO DA QUALIDADE &#8211; 7 PRINCÍPIOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lumina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 14:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Qualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os sete princípios da gestão da qualidade, segundo a norma ABNT NBR ISO 9001 são: Foco no cliente, Liderança, Engajamento das pessoas, Abordagem de processo, Melhoria, Tomada de decisão com base em evidências e Gestão de Relacionamento. Esses princípios foram estabelecidos com base em pesquisas realizadas com milhares de empresas no mundo todo, e são explicados detalhadamente e com sugestões de ações práticas na norma ABNT NBR ISO 9000:2015.</p>
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<p class="has-drop-cap">A norma que estabelece os requisitos para a certificação aqui no Brasil é a ABNT NBR ISO 9001:2015. Por isso o correto é dizer “certificação ISO 9001”, e não “certificação ISO 9000”. Essa norma é fundamentada em 4 pilares. Três deles, que pretendemos apresentar em futuras postagens são: O Ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir), a Mentalidade de Risco e a Abordagem de Processo. Mas o que consideramos mais importante, e que abordaremos aqui é formado pelos 7 princípios da gestão da qualidade. São eles:</p>



<ol type="1"><li><strong>Foco no Cliente &#8211;</strong> O foco principal da gestão da qualidade é atender às necessidades dos clientes e empenhar-se em exceder às suas expectativas. Entender as necessidades atuais e futuras dos clientes e de outras partes interessadas contribui para o sucesso sustentável da organização.</li><li><strong>Liderança &#8211;</strong> Líderes em todos os níveis estabelecem uma unidade de propósito e direcionamento, e criam condições para que as pessoas estejam engajadas para alcançar os objetivos da organização. Isso permite à organização alinhar as suas estratégias, políticas e recursos para alcançar os seus objetivos.</li><li><strong>Engajamento das Pessoas &#8211; </strong>Pessoas competentes, com poder e engajadas, em todos os níveis da organização, são essenciais para aumentar a capacidade da organização em criar e entregar valor. A fim de gerir uma organização eficaz e eficientemente, é importante respeitar e envolver todas as pessoas em todos os níveis.</li><li><strong>Abordagem de processo &#8211;</strong> Resultados consistentes são alcançados de forma mais eficaz e eficiente quando as atividades são compreendidas e gerenciadas como processos inter-relacionados que funcionam como um sistema coerente. Compreender como os resultados são produzidos por este sistema permite que uma organização otimize o sistema e seu desempenho.</li><li><strong>Melhoria &#8211;</strong> Melhoria é essencial para uma organização manter os atuais níveis de desempenho, reagir às mudanças em suas condições internas e externas e criar novas oportunidades. As organizações de sucesso têm um foco contínuo na melhoria.</li><li><strong>Tomada de Decisão com Base em Evidências –</strong> É necessário assegurar que os dados e as informações sejam suficientemente precisos, confiáveis e seguros para que seja possível analisá-los e avaliá-los, usando métodos adequados que possibilitem a tomada de decisão segura e ágil.</li><li><strong>Gestão de Relacionamento &#8211;</strong> O sucesso sustentado é mais provável de ser alcançado quando a organização gerencia relacionamentos com todas as suas partes interessadas para otimizar o impacto sobre o seu desempenho. A gestão de relacionamentos com suas redes de provedores e parceiros é de particular importância.</li></ol>



<p>Esses princípios foram estabelecidos com base em pesquisas realizadas com milhares de empresas no mundo todo, e são explicados detalhadamente e com sugestões de ações práticas na norma ABNT NBR ISO 9000:2015.</p>



<p>E para você? Esses são realmente os princípios que as empresas devem seguir? Comente e compartilhe suas ideias conosco.</p>
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		<title>Custos da Não Qualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lumina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 17:17:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Custos da Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Custos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum pensar e falar em custos. Custo de produção, custo de comercialização, custo de manutenção, e outros. Mas pouca atenção é dada aos custos da não qualidade. Sim, custos da não qualidade, porque os custos da qualidade são considerados investimentos, e agregam valor para o cliente e para as outras partes interessadas. Os custos [&#8230;]</p>
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<p class="has-drop-cap">É comum pensar e falar em custos. Custo de produção, custo de comercialização, custo de manutenção, e outros. Mas pouca atenção é dada aos custos da não qualidade. Sim, custos da não qualidade, porque os custos da qualidade são considerados investimentos, e agregam valor para o cliente e para as outras partes interessadas. Os custos decorrentes da falta de qualidade não agregam valor, são apenas gastos que deveriam ser reduzidos e, na medida do possível, eliminados. Uma das grandes dificuldades, entretanto, é a medição desses custos. Como identificá-los e quantificá-los? Talvez as informações a seguir possam ajudar nesta atarefa. </p>



<p>Todo o capital empregado em atividades para garantir que os produtos ou serviços saiam dentro das especificações preestabelecidas e atendam aos requisitos contratuais faz parte dos custos da não qualidade, que são classificados em quatro categorias:</p>



<p><strong>Custos de prevenção: </strong>São todos os custos incorridos na precaução das não-conformidades, como manutenção preventiva, treinamento de pessoal e reforma de máquinas e equipamentos para minimizar as possibilidades de falhas.</p>



<p><strong>Custos de avaliação: </strong>São todos os custos incorridos na fase de controle de qualidade, como os custos com a inspeção da matéria-prima e do produto final, com os ensaios laboratoriais, com o quadro de colaboradores da área de controle da qualidade e investimentos em tecnologias e métodos voltados para esse controle.</p>



<p><strong>Custos de falhas internas: </strong>São os custos incorridos com os produtos não conformes que ainda não tenham sido entregues aos clientes, como os custos com refugos, retrabalhos e com o tempo desperdiçado na produção devido aos erros ocorridos.</p>



<p><strong>Custos de falhas externas:</strong> São os custos incorridos com os produtos não conformes que já tenham sido entregues aos clientes, como os custos com mecanismos para recolher produtos com defeitos do mercado, custos com as perdas de negócios decorrentes da falta de credibilidade gerada por reclamações e multas cobradas pelos órgãos fiscalizadores.</p>



<p>Certamente, os custos de falhas externas são os maiores, e aqueles que trazem maior prejuízo à organização, tanto no aspecto financeiro quanto no aspecto de imagem institucional, e por isto são os primeiros que devem merecer a sua atenção. Acontece que realmente não é fácil estimar quantitativamente o custo de uma reclamação; quantos clientes são perdidos, ou quanto se deixa de faturar por comentários negativos em redes sociais, por exemplo.</p>



<p>Na verdade, nenhum desses custos agrega valor ao seu produto ou serviço. O seu cliente não está disposto a pagar pelas atividades e recursos dedicados ao atendimento de especificações do produto e requisitos contratuais. Entende-se que isto é uma questão básica, que não deve onerar o produto. Aplica-se o princípio do &#8220;fazer certo da primeira vez&#8221;. Por isso, a redução ou eliminação desses custos deveriam ser o alvo das melhorias em processos. Você já tinha pensado nisto? Não vale a pena começar a fazer algo a respeito?</p>



<p> <strong>A Lumina está aqui para ajudar. Conte conosco.</strong></p>
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		<title>Por que Planejar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lumina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 18:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Mortalidade de Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somente metade das empresas brasileiras passa dos quatro anos de vida, segundo o IBGE.&#160;Cerca de 25% a 30% de empreendedores&#160;não conseguem concluir o primeiro ano em atividade, e apenas 40% a 45% se mantêm&#160;no mercado durante 5 anos. Sabe-se ainda que o planejamento é um ponto crucial na abertura de todo negócio, e também um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Somente metade das empresas brasileiras passa dos quatro anos de vida, segundo o IBGE.&nbsp;Cerca de 25% a 30% de empreendedores&nbsp;não conseguem concluir o primeiro ano em atividade, e apenas 40% a 45% se mantêm&nbsp;no mercado durante 5 anos. Sabe-se ainda que o planejamento é um ponto crucial na abertura de todo negócio, e também um padrão de diferenciação entre as empresas que foram, ou não, pra frente.</p>



<p>O que, quando, por que e como fazer? Essas perguntas são ignoradas ou razoavelmente respondidas por empresas que fecham as portas, embora sejam a chave para um&nbsp;planejamento bem feito&nbsp;e que garante o sucesso da empresa em curto e longo prazo. Pensando nisto, responda:</p>



<ul><li>Sua empresa já tem planejamento estratégico?</li><li>Ele está atualizado e é monitorado sistematicamente?</li><li>Ele vem sendo útil para a empresa?</li><li>Precisa de suporte para elaborá-lo ou gerenciá-lo?</li></ul>



<p>Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar sua empresa neste e em outros desafios de gestão.</p>



<p><a href="mailto:contato@luminaconsultoria.net">contato@luminaconsultoria.net</a>  |  (43) 9.9967-0735</p>
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